E na correria do Fórum uma pausa para Serena...muito bom se envolver e deixar as coisas acontecerem...quando se tem pessoas disponíveis a coisa rola do contrário fode tudo....mas passa...Hoje mais um dia de Forum só que desta vez um papo com a Mara....vai ser legal!

 



Escrito por Teca Spera às 09h42
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Meu amigo Nelsinho em cartaz

Fonte: Guia da Semana

TEATRO: DRAMA

Imperador e Galileu

Peça discute liberdade religiosa

Cristianismo e paganismo, intolerância religiosa e preconceito, as relações sinuosas da Igreja com o Estado. Essas são algumas das polêmicas debatidas em Imperador e Galileu, peça do norueguês Henrik Ibsen (1828-1906), que ganha montagem inédita no Brasil, pelas mãos do diretor Sérgio Ferrara. A peça estréia em 18 de julho, no Sesc Santana, e tem o ator Caco Ciocler como protagonista, no papel do imperador Juliano.

O texto trata da vida do imperador Juliano (século IV d.C), que se tornou figura polêmica ao tentar destituir a igreja católica como religião oficial do império romano e resgatar os cultos pagãos. A peça, traduzida por Fernando Paz e adaptada por Sérgio Ferrara, cobre um período de 12 anos, de 351 a 363 A.D., numa época de conflito entre o Cristianismo e o Helenismo. Na abertura, Juliano tem 19 anos e com o seu meio-irmão Galo, herdeiro do trono, vive sob o período de terror instaurado pelo imperador cristão Constâncio, que tinha mandado assassinar toda a família de ambos. Juliano fora educado como cristão, mas é perseguido pela dúvida. Sob a influência do seu tutor, o filósofo Libânio, vai para Atenas aprender sobre a religião dos pagãos. Porém, também não consegue alívio na adoração dos antigos deuses, ansiando por uma revelação que lhe mostre que caminho seguir.

Quando assumiu o império romano, a primeira coisa que Juliano fez foi tentar extinguir a igreja católica como igreja oficial do Estado. O escândalo foi enorme. Dentre as polêmicas leis que criou, ele decretou que a igreja católica deveria restituir todos os templos pagãos, estava proibida de receber doações em dinheiro e não poderia mais usar o Estado ou sua infra-estrutura, como o transporte, para poder peregrinar. Teria que pagar por isso, bem como conviver com todos os ritos pagãos que o imperador pretendia resgatar. Juliano foi considerado um Anticristo e assassinado aos 32 anos, no deserto, por um criado e amigo cristão. A peça, que se passa no século IV, discute, dentre outros tópicos, a intolerância religiosa presente ainda nos dias de hoje.

Ficha Técnica:
Texto: Henrik Ibsen
Direção e adaptação: Sérgio Ferrara
Elenco: Caco Ciocler, Sylvio Zilber, Abrahão Farc, Nelson Peres, Julio Machado, Joaz Campos, Ronaldo Oliva, Igor Kovalewski, Liza Scavone, Dan Rosseto
Tradução: Fernando Paz
Cenário: Carlos Pedreanez e Leonardo Ceolin
Figurino: Márcia Orsini
Iluminação: Caetano Vilela
Assistência de direção: Joaz Campos
Sonoplastia: Sérgio Ferrara
Fotos: Marcio Scavone
Preparação vocal: Edi Montechi

 



Escrito por Teca Spera às 10h11
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Eu cheguei mas ainda não cheguei entende?

Tô na correria com o novo trampo e tudo é tão novo e tão instigante que nem consegui tomar uma com os amigos!

Mas tô aqui, quem sabe na semana que vem eu consiga!

Nelsinho no Sesc Santana!Que delícia! Quero ir...vou ter que arrumar um tempo, né?

Saudades deste lugar:



Escrito por Teca Spera às 09h34
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